segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Luto.

Gente, aconteceu o que ninguém quer que aconteça nunca, e não tem jeito, é um ciclo natural.
A morte chega mesmo, e com ela a revolta, a angústia, a tristeza e a saudade de quem fica.
Meu tio faleceu e eu perdi um puta cara 10... Foi o cara que me fez ouvir TUDO de MPB, ouvimos Beatles, Peter Framptom, Simom & Garfunkel, ouvimos muita coisa juntos, falamos inglês juntos, ele me fazia rabinho pra ir pra aula, e me ajudava escolher minhas roupas, sempre, sempre, desde que eu nasci.
Super querido.
Por isso, eu não estou conseguindo trabalhar direito, nem escrever, nem cozinhar... as coisas não voltaram ao normal, e não me sinto bem e nem confortável.
Obrigada pelos comentários no último post, com mais tempo quero desenvolver mais receitas e seus custos.
Beijo, depois volto.

6 comentários:

Patrícia Carvoeiro disse...

Karen, dizem que as coisas não acontecem por acaso. Eu entrei no seu blog hoje e li este post super triste falando da morte do seu tio e sinto demais.
Por isso adoraria que vc lesse meu livrinho (foi escrito a quatro mãos, depois posso dar mais detalhes) dos E-néditos (pede pro Bia te passar o link pra ele), que se chama Ob-la-di Ob-la-da, a vida segue. Leia que ele tem tudo a ver com as coisas que você escreveu no post. Vou dedicar a vocês se este livro sair (tá com o Brancoleone agora, aguardando retorno), por alguns motivos que eu guardo comigo, mas basicamente por causa da Lia e das dicas do Bia de leitura e de filmes de gente que só me ajudou de meses pra cá.
Eu passei semanas (até mesmo meses, em alguns casos) sem ler blogs e hoje quis abrir uns que sempre me fizeram bem. O do Bia e o seu inclusos.
Um beijo e lamento pela morte do seu tio.

Patrícia Köhler Carvoeiro

Sol disse...

Puxa...que pena! Mas, como você disse, é assim mesmo e você vai ficar triste mesmo. O luto tem um tempo pessoal, que varia de pessoa para pessoa e é necessário. Se precisar conversar tô aqui (no jornal mais que em casa ultimamente). Ah! E algumas pessoas passam pela vida da gente pra ensinar e pra mostrar que viver vale a pena. Depois que a gente aprende, elas vão para um lugar bem melhor que a Terra, descansar um pouco, porque cuidar da gente dá um trabalho danado.
Bjs

Aline Horta disse...

Todos os dias os nossos calos doem.. Alguns superficiais outros dores agudas.
Na vida é assim...
Em algum momento a única certeza que a gente tem navida mas evita ao máximo nos lembra que existe.
Por experiência própria, viva o momento da dor o tamanho que ela for! Mas depois se permita falar desta pessoa de forma como ela é a você, especial, alegre ou da forma que for. não diga no passado (não consigo dizer que mmeu pai foi, pois ainda é meu pai, em algum lugar, mas falo dele com naturalidade.. E é incrivel como nos conforta! Que você tenha a serenidade no momento certo! bjo no coração

Claudia Lyra disse...

Ah, minha amiga, minha comadi... que triste. Sinto muito mesmo. Estou com saudade de você, minha linda! Beijos!

Anônimo disse...

Karen, Como vai?
Descobri vc., por acaso (será que existe?!), buscando informações sobre inhame... Resolvi bisbilhotar no seu blog, conforme minha filha diz e, deparei com seu depoimento a respeito de seu tio.
O que dizer?
Apesar da dor recente, viva esse momento, chore...pense nele...fale dele...pois dessa forma conseguirá elaborar essa perda tão significativa para vc., não se preocupe quando menos esperar( depois de fazer tudo isso) vc., se lembrarar dele com uma saudade toda especial, uma lembrança boa de se ter. Muita força! Com carinho, Mônica Marins/RJ. (monica_marins@oi.com.br)

Anônimo disse...

Karen, Como vai?
Descobri vc., por acaso (será que existe?!), buscando informações sobre inhame... Resolvi bisbilhotar no seu blog, conforme minha filha diz e, deparei com seu depoimento a respeito de seu tio.
O que dizer?
Apesar da dor recente, viva esse momento, chore...pense nele...fale dele...pois dessa forma conseguirá elaborar essa perda tão significativa para vc., não se preocupe quando menos esperar( depois de fazer tudo isso) vc., se lembrarar dele com uma saudade toda especial, uma lembrança boa de se ter. Muita força! Com carinho, Mônica Marins/RJ. (monica_marins@oi.com.br)